Um dos benefícios do tratamento do esgoto realizado em Jundiaí desde
1998, com a operação da ETEJ, Estação de Tratamento
de Esgotos de Jundiaí, pela CSJ, foi a volta de peixes ao Rio, tendo sido
constatados nas proximidades das áreas de lançamento do efluente
final. Depois de alguns estudos, verificou-se que se trata do bagre jundiá,
antigo habitante ameaçado de extinção na década de
90 e que voltou a viver no Rio. O nome do peixe “Jundiá”, segundo
algumas referências, teria dado origem ao nome da cidade e, em seu significado
indígena, remete a “peixe com barbas”.
A presença de peixes só não é maior porque inexiste
tratamento de esgotos nas cidades vizinhas e, dessa forma, o Rio já entra
poluído na cidade.